Cadê a sombra arejada
Do juazeiro copado
Onde se deitava o gado
Hoje não se ver mais nada
Aquela vaca malhada,
A bolandeira, e a moenda
Sem razão pra que se entenda
Se transformou em tristeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Onde está a quixabeira
Que outrora era tão bela
Também não tem mais aquela
Frondosa e grande aroeira
Aonde a brisa fagueira
Chegava como uma prenda
Como fosse uma encomenda
Que se fez a natureza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Derrubaram a casa grande
Onde reinava a alegria
Desprezo e melancolia
Naquele lugar se expande
Hoje não tem mais quem ande
Também ninguém recomenda
Pra que ninguém se ofenda
Com tamanha malvadeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
As cocheiras demolidas
Os currais desmoronados
O carro velho quebrado
As juntas de bois vendidas
São memórias destruídas
Como se fosse uma lenda
Depois que foi posta a venda
Com essa indelicadeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Carlos Aires, 18/09/2008
Visite-me no recanto das letras: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=34776
Do juazeiro copado
Onde se deitava o gado
Hoje não se ver mais nada
Aquela vaca malhada,
A bolandeira, e a moenda
Sem razão pra que se entenda
Se transformou em tristeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Onde está a quixabeira
Que outrora era tão bela
Também não tem mais aquela
Frondosa e grande aroeira
Aonde a brisa fagueira
Chegava como uma prenda
Como fosse uma encomenda
Que se fez a natureza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Derrubaram a casa grande
Onde reinava a alegria
Desprezo e melancolia
Naquele lugar se expande
Hoje não tem mais quem ande
Também ninguém recomenda
Pra que ninguém se ofenda
Com tamanha malvadeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
As cocheiras demolidas
Os currais desmoronados
O carro velho quebrado
As juntas de bois vendidas
São memórias destruídas
Como se fosse uma lenda
Depois que foi posta a venda
Com essa indelicadeza
Não se ver mais a beleza
Que tinha lá na fazenda
Carlos Aires, 18/09/2008
Visite-me no recanto das letras: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=34776


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