Como é triste se ver o ser humano
Dividido em parcelas desiguais
Para muitos, tudo falta e nada tem
Para poucos, tudo sobra, tem demais
Ao caminhar entre becos e vielas
Nas encostas dos morros, nas favelas
Onde a miséria e a fome atacam multidões
Impera o tráfico de drogas, o vicio e as bebidas
Que ao traficarem e consumirem
Destroem, e devastam tantas vidas
E quem reside ali, passa momentos angustiantes
Além de subir e descer as íngremes serras
Convivem com o terror das infindas guerras
Que é a disputa do domínio entre os traficantes
E a paisagem que se vê daquele alto
É o contraste entre o morro e o asfalto
Enquanto o morro enfrenta sacrifícios
Lá no asfalto as menções e edifícios
Com toda pompa desfrutam a riqueza e o poder
Indiferentes, vêem o morro, e há eles pouco importa
E ignoram sua gente, e nem sequer a suportam
Pois considera o morro um lugar indigno de se viver.
Que engano infeliz e cruel tem esses nobres
Ao pensar que os morros são fracos e tão pobres
Que não devem e nem podem ao menos visitar
Apesar de sofrerem tantas desigualdades
Têm o morro as suas belas qualidades
No seu povo, solidário alegre e popular
CARLOS AIRES, 28/09/2008
Dividido em parcelas desiguais
Para muitos, tudo falta e nada tem
Para poucos, tudo sobra, tem demais
Ao caminhar entre becos e vielas
Nas encostas dos morros, nas favelas
Onde a miséria e a fome atacam multidões
Impera o tráfico de drogas, o vicio e as bebidas
Que ao traficarem e consumirem
Destroem, e devastam tantas vidas
E quem reside ali, passa momentos angustiantes
Além de subir e descer as íngremes serras
Convivem com o terror das infindas guerras
Que é a disputa do domínio entre os traficantes
E a paisagem que se vê daquele alto
É o contraste entre o morro e o asfalto
Enquanto o morro enfrenta sacrifícios
Lá no asfalto as menções e edifícios
Com toda pompa desfrutam a riqueza e o poder
Indiferentes, vêem o morro, e há eles pouco importa
E ignoram sua gente, e nem sequer a suportam
Pois considera o morro um lugar indigno de se viver.
Que engano infeliz e cruel tem esses nobres
Ao pensar que os morros são fracos e tão pobres
Que não devem e nem podem ao menos visitar
Apesar de sofrerem tantas desigualdades
Têm o morro as suas belas qualidades
No seu povo, solidário alegre e popular
CARLOS AIRES, 28/09/2008
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1 Comment:
PARABÉNS!!! poeta Carlos Aires.Solo un corazón tan sensible puede escribir una poesia como esta, hablando de la triste realidad que pasa en las ciudades grandes con lo social.El unico consuelo es que tenemos um padre que nos ama incondicionalmente(DIOS) e para ele no existe classe social e sí SERES HUMANOS.Un abrazo con infinito cariño y gracias por escribir poesias que llegam dentro del ALMA.
Célia
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